domingo, 29 de setembro de 2013

Diadema e Sto.André irão ampliar vagas de Zona Azul


Arquivo DGABC
A partir do mês que vem, o número de vagas no sistema Zona Azul começará a ser ampliado em Santo André e Diadema. Juntas, as cidades oferecem hoje cerca de 3.300 espaços para estacionamento rotativo. O objetivo do aumento é dar mais comodidade aos clientes de regiões comerciais.
Em Diadema, os novos parquímetros deverão ser instalados em outubro no bairro Piraporinha. Segundo o secretário de Transportes, José Carlos Gonçalves, serão criadas cerca de 100 vagas nas ruas mais movimentadas da região. O titular da Pasta informa que também há estudos para implantação de Zona Azul no Serraria. O projeto de lei que autoriza o aumento foi aprovado em dezembro de 2010 pela Câmara Municipal. Atualmente, o município tem 700 vagas desse tipo.
“O estacionamento rotativo é um pedido dos comerciantes. Muita gente deixa o carro de manhã, pega o ônibus para trabalhar, e só volta para liberar a vaga à noite”, comenta Gonçalves.
Na cidade, o motorista que estacionar o veículo em uma vaga rotativa paga R$ 0,75 a cada meia hora de permanência. Ainda não foi definido o total de espaços que serão oferecidos no Serraria, nem quando o sistema será implementado.
Já em Santo André, a Prefeitura informa que também tem planos de expandir ainda neste ano o total de vagas pagas nas ruas dos bairros Jardim, Vila Assunção e Vila Bastos, além de implantação de parquímetros na Vila Gilda. Atualmente, a cidade oferece cerca de 2.500 áreas para parada. O Executivo não informou a porcentagem de aumento estimada para o sistema.
O motorista que ficar parado por 30 minutos desembolsa R$ 0,60. A permanência máxima para estacionamento nas ruas é de duas horas (R$ 2,40). Nos bolsões disponibilizados pela Prefeitura, o veículo pode ficar no local por até cinco horas. Nesse caso, o usuário terá de pagar R$ 6.
São Caetano tem cerca de 2.900 vagas de Zona Azul nos bairros Centro, Barcelona, Santa Paula, Santo Antonio, Oswaldo Cruz, Fundação e Nova Gerty. A cidade não tem planos de expansão desse número. Já Ribeirão Pires tem 300 áreas pagas, e a Prefeitura também não pretende criar outros espaços. Rio Grande da Serra não possui Zona Azul. Questionadas pelo Diário, São Bernardo e Mauá não informaram o total de vagas.
OPINIÕES
Trabalhadores do comércio elogiam os estacionamentos rotativos. “Se não tiver cobrança, não tem vaga. E, dessa forma, o cliente não para por aqui. A Zona Azul irá melhorar o movimento nas lojas”, comenta o comerciante Francisco Ivanildo da Silva, 58 anos.
“Eu, como cliente, se vejo que não tem lugar em frente ao comércio, nem tento parar. Vou embora”, reconhece o taxista José Piveta, 67.
O vendedor ambulante Ivan Valdemar da Silva, 42, no entanto, critica a criação. “Eu uso a vaga para estacionar a perua onde guardo meus produtos. Terei de procurar outro ponto”, lamenta.
fonte: Fábio Munhoz - Diário do Grande ABC

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Michels se reúne com o setor de cosméticos

DIADEMA – O prefeito de Diadema, Lauro Michels, se reuniu ontem (24) com os empresários do setor de cosméticos, a fim de criar parcerias entre o poder público e as empresas privadas, visando à concretização da 1º edição, da “Diadema Beauty”, Feira de Cosméticos que ocorrerá em 2014, no Centro Cultural Okinawa do Brasil.
Diadema é a segunda cidade do país em número de fabricantes de produtos de higiene pessoal e cosméticos. Aproximadamente 120 empresas do ramo estão instaladas no município, além de 700 salões de beleza.
“A indústria gera emprego e renda e movimenta a economia da cidade. A prefeitura vai estar ao lado de vocês”, afirmou Michels, ao destacar que a prefeitura, por meio da Fundação Florestan Fernandes, oferece cursos de corte de cabelo, manicure e massagem, entre outros, e a Fatec Luigi Papaiz tem o primeiro curso superior de tecnologia em cosméticos do Brasil. “Com isso temos mão de obra qualificada, o que fortalece o polo”, afirmou.
A feira é destinada aos profissionais do setor, até o presente momento estão confirmados 50 expositores, de 80 marcas.
fonte:  DIÁRIO REGIONAL

domingo, 1 de setembro de 2013

São Caetano conquista moradores com qualidade de vida e preço

O primeiro lugar de São Caetano do Sul no IDH dos Municípios reflete, além do poder aquisitivo da população, uma série de políticas públicas que estão muito acima média nacional.
A rede de assistência, no entanto, pesa. Um dos orgulhos da cidade, a rede pública de ensino tem deficit zero de vagas em escolas --incluindo creches.
Entre os incentivos à educação, ao final do ensino fundamental, todos os alunos recebem um tablet.
No ensino superior, há bolsas para a USCS, a universidade municipal, e a Faculdade de Engenharia Mauá. Os moradores têm ainda direito a um auxílio de até R$ 600 por mês para estudar em cursos que não são oferecidos na cidade, como medicina.

Editoria de Arte/Folhapress
Editoria de Arte/Folhapress
Nesse contexto, a cidade tem o metro quadrado mais caro da região do ABC, cotado em R$ 5.727, mas ainda abaixo dos valores de bairros de São Paulo.
No Ipiranga, bairro paulistano vizinho a São Caetano, o metro quadrado dos lançamentos chegou a R$ 8.224 neste ano, segundo a Geoimovel Tecnologia Imobiliária.
A engenheira ambiental Tatiana Abreu já decidiu trocar São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, por São Caetano.
Ela calcula que a economia com escola e plano de saúde para a filha de seis anos devem resultar em economia mais para a frente.
"Aqui [em São Paulo] terei que pagar escola particular, convênio, balé, natação. E queremos que ela cresça em um ambiente bacana."
A prefeitura também tem ação voltada aos idosos, motivo pelo qual Ana Marcon, 60, decidiu comprar um apartamento no condomínio-clube Espaço Cerâmica, ainda em fase de construção. À espera das chaves, ela ainda mora no bairro Jardim Patente Novo (zona sul de SP).
"Em breve, São Paulo será só para trabalhar. São Caetano é pequena, mas tem tudo", diz a diretora de escola.
A chegada de novos moradores, porém, é vista com preocupação pela população. "Tem empreendimentos aqui que trouxeram mais de 5.000 pessoas. O impacto é no trânsito", diz Leandro Prearo, gestor do instituto de pesquisa da USCS.


São Caetano do Sul


Vista do condomínio clube Espaço Cerâmica

fonte: DANIEL TREMEL - FOLHA DE SÃO PAULO