sábado, 19 de outubro de 2013

COMEÇA OBRA DE MARGINAIS AO RIBEIRÃO DOS COUROS

Obra ligará av. Piraporinha ao Corredor ABD. Foto: Divulgação/Valmir Franzoi/PMSB
                                     Foto: Divulgação/Valmir Franzoi/PMSB



                                                                                A Prefeitura de São Bernardo deu início à construção das avenidas marginais ao ribeirão dos Couros, no trecho entre a rua Dona Maria Fidélis e as proximidades da via Anchieta.

A intervenção, com três faixas de rolamento em cada sentido e 1,36 km de extensão, é complementar à canalização do córrego, que já está 70% concluída. A obra foi iniciada em abril e contempla a urbanização e recuperação ambiental do entorno, abrangendo a região dos bairros Piraporinha e Jordanópolis, beneficiando cerca de 120 mil pessoas.

O novo viário interligará a avenida Piraporinha ao Corredor ABD, criando nova alternativa de acesso à Diadema e Santo André. Ainda faz parte do projeto a construção de dois viadutos para transposição das pistas do Anel Viário Metropolitano sobre o ribeirão dos Couros e a avenida 31 de Março, além da implantação de corredor exclusivo de ônibus.

As melhorias serão sentidas diretamente pelos moradores do Jordanópolis, Independência e também da região do Alvarenga, que terão caminho mais curto para Paulicéia, Taboão e Rudge Ramos, não precisando mais utilizar a via Anchieta e o Centro da cidade. Isso diminuirá sensivelmente o trânsito da região, principalmente na Avenida Piraporinha.

A corretora de imóveis Isabel Carmacio, moradora do Jordanópolis, tem boas expectativas quanto às melhorias que serão proporcionadas com a intervenção. “Acho que vai melhorar muito o trânsito da avenida Piraporinha. Faz tempo que essa obra está sendo esperada pela população”, afirmou.

Já o aposentado Antônio Martins acredita que os transtornos da obra serão recompensados. “Essas melhorias vão valorizar muito essa região. Até já recebi oferta de pessoas querendo comprar minha casa”, disse.

Os investimentos abrangem R$ 200 milhões em recursos do PAC da ordem de R$ 107 milhões, além de mais R$ 90 milhões do PAC Mobilidade Grandes Cidades. O prazo de entrega é de 24 meses a partir do início da obra.

fonte: ABCD MAIOR

domingo, 29 de setembro de 2013

Diadema e Sto.André irão ampliar vagas de Zona Azul


Arquivo DGABC
A partir do mês que vem, o número de vagas no sistema Zona Azul começará a ser ampliado em Santo André e Diadema. Juntas, as cidades oferecem hoje cerca de 3.300 espaços para estacionamento rotativo. O objetivo do aumento é dar mais comodidade aos clientes de regiões comerciais.
Em Diadema, os novos parquímetros deverão ser instalados em outubro no bairro Piraporinha. Segundo o secretário de Transportes, José Carlos Gonçalves, serão criadas cerca de 100 vagas nas ruas mais movimentadas da região. O titular da Pasta informa que também há estudos para implantação de Zona Azul no Serraria. O projeto de lei que autoriza o aumento foi aprovado em dezembro de 2010 pela Câmara Municipal. Atualmente, o município tem 700 vagas desse tipo.
“O estacionamento rotativo é um pedido dos comerciantes. Muita gente deixa o carro de manhã, pega o ônibus para trabalhar, e só volta para liberar a vaga à noite”, comenta Gonçalves.
Na cidade, o motorista que estacionar o veículo em uma vaga rotativa paga R$ 0,75 a cada meia hora de permanência. Ainda não foi definido o total de espaços que serão oferecidos no Serraria, nem quando o sistema será implementado.
Já em Santo André, a Prefeitura informa que também tem planos de expandir ainda neste ano o total de vagas pagas nas ruas dos bairros Jardim, Vila Assunção e Vila Bastos, além de implantação de parquímetros na Vila Gilda. Atualmente, a cidade oferece cerca de 2.500 áreas para parada. O Executivo não informou a porcentagem de aumento estimada para o sistema.
O motorista que ficar parado por 30 minutos desembolsa R$ 0,60. A permanência máxima para estacionamento nas ruas é de duas horas (R$ 2,40). Nos bolsões disponibilizados pela Prefeitura, o veículo pode ficar no local por até cinco horas. Nesse caso, o usuário terá de pagar R$ 6.
São Caetano tem cerca de 2.900 vagas de Zona Azul nos bairros Centro, Barcelona, Santa Paula, Santo Antonio, Oswaldo Cruz, Fundação e Nova Gerty. A cidade não tem planos de expansão desse número. Já Ribeirão Pires tem 300 áreas pagas, e a Prefeitura também não pretende criar outros espaços. Rio Grande da Serra não possui Zona Azul. Questionadas pelo Diário, São Bernardo e Mauá não informaram o total de vagas.
OPINIÕES
Trabalhadores do comércio elogiam os estacionamentos rotativos. “Se não tiver cobrança, não tem vaga. E, dessa forma, o cliente não para por aqui. A Zona Azul irá melhorar o movimento nas lojas”, comenta o comerciante Francisco Ivanildo da Silva, 58 anos.
“Eu, como cliente, se vejo que não tem lugar em frente ao comércio, nem tento parar. Vou embora”, reconhece o taxista José Piveta, 67.
O vendedor ambulante Ivan Valdemar da Silva, 42, no entanto, critica a criação. “Eu uso a vaga para estacionar a perua onde guardo meus produtos. Terei de procurar outro ponto”, lamenta.
fonte: Fábio Munhoz - Diário do Grande ABC

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Michels se reúne com o setor de cosméticos

DIADEMA – O prefeito de Diadema, Lauro Michels, se reuniu ontem (24) com os empresários do setor de cosméticos, a fim de criar parcerias entre o poder público e as empresas privadas, visando à concretização da 1º edição, da “Diadema Beauty”, Feira de Cosméticos que ocorrerá em 2014, no Centro Cultural Okinawa do Brasil.
Diadema é a segunda cidade do país em número de fabricantes de produtos de higiene pessoal e cosméticos. Aproximadamente 120 empresas do ramo estão instaladas no município, além de 700 salões de beleza.
“A indústria gera emprego e renda e movimenta a economia da cidade. A prefeitura vai estar ao lado de vocês”, afirmou Michels, ao destacar que a prefeitura, por meio da Fundação Florestan Fernandes, oferece cursos de corte de cabelo, manicure e massagem, entre outros, e a Fatec Luigi Papaiz tem o primeiro curso superior de tecnologia em cosméticos do Brasil. “Com isso temos mão de obra qualificada, o que fortalece o polo”, afirmou.
A feira é destinada aos profissionais do setor, até o presente momento estão confirmados 50 expositores, de 80 marcas.
fonte:  DIÁRIO REGIONAL

domingo, 1 de setembro de 2013

São Caetano conquista moradores com qualidade de vida e preço

O primeiro lugar de São Caetano do Sul no IDH dos Municípios reflete, além do poder aquisitivo da população, uma série de políticas públicas que estão muito acima média nacional.
A rede de assistência, no entanto, pesa. Um dos orgulhos da cidade, a rede pública de ensino tem deficit zero de vagas em escolas --incluindo creches.
Entre os incentivos à educação, ao final do ensino fundamental, todos os alunos recebem um tablet.
No ensino superior, há bolsas para a USCS, a universidade municipal, e a Faculdade de Engenharia Mauá. Os moradores têm ainda direito a um auxílio de até R$ 600 por mês para estudar em cursos que não são oferecidos na cidade, como medicina.

Editoria de Arte/Folhapress
Editoria de Arte/Folhapress
Nesse contexto, a cidade tem o metro quadrado mais caro da região do ABC, cotado em R$ 5.727, mas ainda abaixo dos valores de bairros de São Paulo.
No Ipiranga, bairro paulistano vizinho a São Caetano, o metro quadrado dos lançamentos chegou a R$ 8.224 neste ano, segundo a Geoimovel Tecnologia Imobiliária.
A engenheira ambiental Tatiana Abreu já decidiu trocar São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, por São Caetano.
Ela calcula que a economia com escola e plano de saúde para a filha de seis anos devem resultar em economia mais para a frente.
"Aqui [em São Paulo] terei que pagar escola particular, convênio, balé, natação. E queremos que ela cresça em um ambiente bacana."
A prefeitura também tem ação voltada aos idosos, motivo pelo qual Ana Marcon, 60, decidiu comprar um apartamento no condomínio-clube Espaço Cerâmica, ainda em fase de construção. À espera das chaves, ela ainda mora no bairro Jardim Patente Novo (zona sul de SP).
"Em breve, São Paulo será só para trabalhar. São Caetano é pequena, mas tem tudo", diz a diretora de escola.
A chegada de novos moradores, porém, é vista com preocupação pela população. "Tem empreendimentos aqui que trouxeram mais de 5.000 pessoas. O impacto é no trânsito", diz Leandro Prearo, gestor do instituto de pesquisa da USCS.


São Caetano do Sul


Vista do condomínio clube Espaço Cerâmica

fonte: DANIEL TREMEL - FOLHA DE SÃO PAULO